• No Mundo e Nos Livros é Muito Mais Você..

Livros impregnados de cocaína

A Polícia Federal efetuou, no dia 16/6, a prisão em flagrante, no Aeroporto Salgado Filho, de um cidadão paraguaio com 3,8 kg de cocaína. O preso, de 29 anos, embarcaria para Lisboa e teria como destino final a cidade de Abidjan, na Costa do Marfim.

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Durante a revista os policiais encontraram parte da droga impregnada na estrutura de feltro da mala que o suspeito portava. Porém, o que mais chamou a atenção foi que, após uma revista nos objetos que estavam dentro da mala, os policiais também encontraram cocaína impregnada em três livros grossos, o que só foi possível com auxílio de uma substância especial para detectar presença de narcóticos.

O suspeito foi preso em flagrante por tráfico internacional de drogas, encaminhado ao Presídio Central de Porto Alegre onde permanecerá à disposição da Justiça Federal. Se condenado, poderá pegar uma pena de 5 a 15 anos de prisão.

Sorteio: Onde o esporte se reinventa

A redação da revista Placar sempre esteve repleta de “malucos” apaixonados pela informação esportiva; profissionais brilhantes que nunca pretenderam ser mais que os protagonistas, ou seja, superar os esportistas. Em "Onde o esporte se reinventa: histórias e bastidores dos 40 anos de Placar", Bruno Chiarioni e Márcio Kroehn mostram como a “redação dos sonhos” – com inúmeros erros e acertos – imortalizou o suor dos esportistas em textos e imagens da Placar, que há quatro décadas influencia o jornalismo esportivo do Brasil. Com prefácios de Zico e Rogério Ceni, e apresentação de Mauro Beting, a obra resgata os bastidores de reportagens memoráveis em fotos históricas e depoimentos inéditos de jornalistas como Carlos Maranhão, José Maria de Aquino, Michel Laurence, Juca Kfouri, Celso Kinjô, Marcelo Rezende, Lemyr Martins, Ari Borges, Alfredo Ogawa, Thomaz Souto Corrêa, Kátia Perin, Leão Serva, Paulo Nogueira, Sérgio Xavier, Paulo Vinícius Coelho (PVC) e André Rizek, entre outros.

Confira o 1° Capitulo no fim desta publicação e aproveite para participar do sorteio.

O início da Placar e as histórias que permeiam todas as fases da revista – dividida pelos autores em primeiro e segundo tempo, conforme a periodicidade da publicação – são contados por Chiarioni e Kroehn. A saga começa na década de 1970, época de efervescência no esporte brasileiro com a seleção brasileira desembarcando no México para a conquista do tricampeonato mundial. A capa da primeira edição – que chegou às bancas em 20 de março de 1970 – estampava a foto de Pelé, jogador intrinsecamente ligado aos momentos importantes da publicação esportiva da Editora Abril. Conhecida, até então, como distribuidora oficial das histórias em quadrinho da Disney no Brasil, a editora recriou o amuleto da sorte do pato mais rico do mundo e cunhou uma moeda com a efígie de Pelé para a divulgação do lançamento da revista – ideia de Victor Civita, que escolheu pessoalmente o fornecedor e o escultor. Revestida com o rosto do Rei, a moeda era o brinde aos “sortudos” compradores da Placar.

Baseado em uma pesquisa documental criteriosa e em inúmeros depoimentos dos profissionais da redação de Placar de todos os tempos – que incluiu a imersão no catálogo para avaliar todas as capas de Placar –, Onde o esporte se reinventa: histórias e bastidores dos 40 anos de Placar é um livro independente, que traça um panorama dos melhores e piores momentos; dos altos e baixos da publicação esportiva da Editora Abril. Honesto com a história e com os seus protagonistas, o livro prima pela seriedade e por estar muito longe de ser um relato “chapa branca”.  

Os bastidores do livro
Com projeto gráfico assinado por Douglas Kawazu, a capa do livro traz o antológico troféu “Bola de Prata”, fotografado por Raoni Maddalena. Considerado um dos principais lançamentos da Primavera Editorial, em 2010, “Onde o esporte se reinventa: histórias e bastidores dos 40 anos de Placar” já está disponível nas principais livrarias do País. A ação de pré-venda conduzida pela distribuidora Superpedido Exclusivas – unidade de negócios da Superpedido Tecmedd – fez com que Lourdes Magalhães, presidente da Primavera Editorial, aumentasse a primeira tiragem do livro para 10 mil exemplares. Um verdadeiro “gol de placa”, marcado antes mesmo do lançamento oficial do livro – em 23 de março de 2010, em parceria com O Torcedor Café e a loja Roxos; Doentes, no Museu do Futebol.

Democracia: modos de usar

A CANAILLE toma as ruas, faz terrorismo guarani-kaiowá e pede que o estado seja democrático e conceda passe-livre. O estado democrático, por sua vez, eleito pelos mesmos sacripantas que hoje tomam as ruas, faz valer o poder coercitivo supostamente assinado por vocês e por nós outros naquele suspeitíssimo negócio que chamam de ‘contrato social’ (nunca vi) e solta os cavalos e desce os porretes. A imprensa mainstream – uns poucos contra, outros muitos a favor da balbúrdia – denuncia que o estado democrático não foi democrático de verdade quando soltou os cavalos e desceu os porretes. E cobra democracia. E nós outros sabemos, ou deveríamos saber, que pedir democracia é pedir para apanhar.

Você divide seu voto por, quantos?, cento e não sei quantos milhões. Seu voto vale zerozerozerozerozero-etc-um. Não vale nada, enfim. Daí você pede, chora, sapateia: passe livre, direito de ser vadia e não ser tratada como puta, direito de ser puta e não ser tratada como vadia, divórcio, casamento gay, divórcio gay, aborto, adoção gay, meia entrada pros, aspas, estudantes, lei não sei das quantas que garanta que a meia entrada dos, aspas, estudantes não atrapalhe o orçamento dos artistas (com ou sem aspas), e bolsa isso e bolsa aquilo, que o estado permita, que o estado proíba, que o estado ao menos prometa que vai pensar, que o estado discuta relação e tudo o mais que lhe der na veneta. Democracia é realismo fantástico.

O estado democrático faz o que? Atende seus pedidos. Daquele jeito dele, sabe-se bem, mas de algum modo ele atende. E seus representantes dizem na tv que você é um cidadão e tem de votar. O cidadão acredita piamente nos milagres do sufrágio universal e digita os números do celerado da vez e da camarilha correspondente. O celerado da vez, para ser eleito, promete aquelas coisas todas que já se sabe quais são, mais algumas outras que nem sequer foram cogitadas, e diz que pretende ‘aprofundar a democracia’. E você fica feliz.

Mas aqui começam os problemas. O estado, para atender às demandas, meu caro eleitor, manda mais e mais em você e se mete mais e mais na sua vida. E não porque ele seja necessariamente mau. Mas é sua natureza, seu modus operandi: para cumprir o que se espera o estado tem de crescer, tem de ampliar seu campo de atuação e dilatar e estender o alcance de suas competências.

Ele passa a ter mais poder – que lhe foi outorgado – justamente porque você, que o sustenta, quer ter mais poder. O estado tira mais do seu dinheiro, diz o que é moral você fazer ou deixar de fazer, regulamenta cada ato, cada falta de ato. Se a bancada evangélica ou cristã é maior, durante quatro, oito, doze anos veremos uma atuação política toda cheia de preocupações com a moral e os bons costumes (farisaica). Mas os cristãos, ficamos felizes. O problema é que quatro, oito, doze anos mais tarde tipinhos inacreditáveis como Jean Wyllys chegam ao poder – legitimamente, considerado o sistema representativo – e temos então a bancada gay, o discurso gay, as preocupações gays.

Se o estado serve para alguma coisa (e não estou certo sobre), serve precisamente para equalizar as relações entre os cidadãos – à parte todo o peso de suas diferenças – perante a lei e o direito. Se o estado serve para alguma coisa, serve como arcabouço jurídico que garanta a isonomia, a equanimidade nos julgamentos.

Esperar do estado muito mais do que isso – salvo em questões emergenciais – é esperar que os pretendidos direitos e mimos que você exige compensem as restrições progressivas à sua liberdade. Nunca compensam. E a quem você vai reclamar quando o estado suprimir suas liberdades (voltar ao início do texto: ‘faz valer o poder coercitivo etc’)? Ao estado novamente, para que seja mais democrático e mais isso e mais aquilo. Samsara.

Precisamos de menos estado. Precisamos de menos democracia – muito menos democracia – e mais civilização. Democracia é só um arranjo muito vagabundo que de uns tempos pra cá nós enfiamos na cabeça que é a única coisa que funciona. E não é. Mas dá preguiça pensar, não é mesmo? Democracia é passe-livre. Mas também é gás-pimenta.

Designa 2011: Proceedings - A Esperança Projectual

Tem-se desperdiçado a oportunidade de reflectir sobre a vastidão dos problemas conceptuais e operativos colocados pelo Design, considerado como processo de projecto ou enquanto um produto que acentua a dialéctica do concreto. É da consciência dessa falta que nasce a vontade de proporcionar alguma sistematicidade à reflexão, criando rotinas de encontro capazes de gerar o sentido de comunidade de prática e de dar visibilidade a este corpus disciplinar, no todo e aos seus diversos ramos especializados, que vão da arte e da comunicação à indústria.


Muitos dos temas discutidos pelos designers e pelos críticos e teóricos da cultura gravitam em torno da melhoria das condições de vida e do valor estético e económico dos produtos, tangíveis ou imateriais. Ou seja, o mundo do Design raramente é alheio aos problemas concretos da sociedade, embora seja frequentemente tomado por coisa supérflua, sobretudo nos meios mais refractários à incorporação de dinâmicas projectuais ou incapazes de alocar a criatividade a determinados fins.

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Drummond é o mais cobrado

O escritor e poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade é o autor em língua portuguesa que mais "caiu" no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) nestes 15 anos de existência da prova do Ministério da Educação.
Levantamento feito pelo G1 com base em todas as provas do Enem aplicadas pelo MEC, desde 1998, mostra que a prosa e a poesia de Drummond serviram de base para 16 questões, a maioria na prova de linguagens e códigos, que engloba perguntas de literatura e compreensão de texto. O autor teve sua obra citada em questões de oito das 15 provas já realizadas (em 2010 foram feitas duas provas do Enem). Em algumas edições, foram mais de uma pergunta envolvendo Drummond.

O mineiro de Itabirito ganha de "goleada" na história do Enem. Depois de Drummond, o autor que mais caiu nas provas foi Manuel Bandeira, com seis questões, seguido por Ferreira Gullar e Machado de Assis, com cinco (veja tabela ao lado).

No Enem de 2012, por exemplo, os poemas de Drummond caíram em três questões. O conto "Aquele bêbado", do livro Contos plausíveis (1991), e o poema "Verbo ser", do livro Poesia e prova (1983), serviram para cobrar do candidato interpretação de texto. E o texto "Antigamente", também da obra Poesia e prosa, serviu de base para uma questão sobre linguagens.

"Drummond é o nosso maior poeta", afirma Cristiane Bastos, professa de literatura do Cursinho da Poli, de São Paulo. "Ele é um autor muito objetivo, que corta todos os excessos linguísticos para ir direto ao assunto."

A professora explica que o estilo literário de Drummond pode servir de inspiração para o candidato fazer a redação do Enem. "Todo texto de Drummond é bem escrito. Ele evita redundância e torna sua obra sempre muito clara. Por exemplo: em vez de dizer 'noite triste', ou 'noite escura'? Diga apenas noite. Ele ensina que é importante selecionar bem as palavras porque elas podem trazer um campo semântico de significados."

Para a professora, a grande presença da obra de Drummond nas provas do Enem se explica também pelo fato do autor ter umaprodução literária muito intensa. "Ele publicou seu primeiro livro em 1930 e escreveu até a década de 1980 (ele morreu em 1987), foi amadurendo ao longo da vida", afirma Cristiane.

A professora de literatura explica, no entanto, que o candidato que for fazer o Enem nos dias 26 e 27 de outubro deve estar mais atento à interpretação de texto. "A prova de linguagens costuma trazer obras nas mais diversas formas, como texto, poesia, charges e até linguagem de internet. O Enem trabalha com diversos gêneros literários."

Para Cristiane, o candidato precisa se preparar buscando ter uma cultura geral, estar antenado nas mais diferentes manifestações artísticas como dança, pintura e música, e saber fazer a relação entre as obras apresentadas com a cultura popular.

Poeta vende os testículos para ir à Europa

Raffael Medina Brochero quer fazer tour para divulgar seu trabalho. Colombiano disse que fará doação para quem oferecer quantia primeiro.

Um poeta colombiano anunciou que irá vender os próprios testículos por US$ 20 mil (R$ 40 mil) para fazer um tour pela Europa e divulgar seu trabalho, denominado “Poesia Pela Paz na Colômbia”.
De acordo com o site de notícias “Colombia Reports”, Raffael Medina Brochero afirmou que essa seria a única maneira de conseguir realizar seu sonho, após publicar mais de 11 livros em mais de 35 anos de carreira. Raffael frisou que dará seus testículos para a primeira pessoa que oferecer a quantia.

Brochero contou também que um dos motivos da viagem seria porque sua vida estava em perigo em La Paz, na Bolívia, além de ter desrespeitado leis de cinco países da América do Sul.
O homem já teria vendido a própria aliança de casamento no Peru para divulgar seu trabalho.